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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Dilma descarta projeto para estabelecer datacenters no País

A presidente responde perguntas da população sobre o
 Marco Civil pelo Facebook do Palácio do Planalto
Um dia após ter sancionado o Marco Civil da internet, lei que estabelece um conjunto de direitos e deveres dos usuários da rede no Brasil, a presidente Dilma Rousseff usa a página do Palácio do Planalto no Facebook na manhã desta quinta-feira para tirar dúvidas sobre a nova legislação. A ação da presidente faz parte da estratégia de comunicação que dedica mais espaço à internet e ao contato direto da presidente com a população.

Dilma descartou a possibilidade de o governo criar uma nova legislação para reter dados de brasileiros no Brasil. A proposta constava no texto do Marco Civil enviado ao Congresso, mas foi derrubada durante a tramitação na Câmara dos Deputados. Ventilou-se, no entanto, que o governo retomaria o assunto por meio de outro projeto de lei.

“O governo não irá insistir em outra legislação para implantar datacenters no país. Consideramos superado esse debate pelo parágrafo 3º do artigo 11, justamente a obrigação para os provedores de conexão e aplicação de cumprir a legislação brasileira, referente à coleta, guarda, armazenamento ou tratamento de dados”, afirmou a presidente em resposta a uma das indagações no Facebook.

Em troca, o governo aceitou recuar do artigo que determinava a instalação de bancos de dados no Brasil para arquivamento de informações sobre brasileiros. A solução para a retirada do artigo implicou em um reforço de outro ponto da lei que estabelece a vigência da legislação brasileira sobre dados de brasileiros – o artigo ao qual a presidente se referiu na resposta.

Em outra resposta, Dilma afirmou que o Marco Civil coloca o Brasil em posição de vanguarda e reiterou que “qualquer dado coletado no Brasil, pouco importando se por empresa brasileira ou estrangeira está sujeito a legislação brasileira”. “Com isso se assegura a soberania da legislação sobre os dados coletados e se protege o consumidor nacional”, afirmou a presidente.

A presidente também negou que os armazenamento de dados afete a liberdade individual e afirmou que o decreto que vai regulamentar a nova legislação de internet será amplamente discutido. “É vedado às empresas e aos governos a violação da privacidade de dados, seja no que se refere a pessoas, no que se refere às empresas, e ao governo”, disse a presidente. “(O decreto) será discutido amplamente pela internet e com toda a sociedade para que nós possamos aprimorar cada vez mais esse dispositivo que assegura a privacidade e coibindo eventuais abusos”, acrescentou.

O Marco Civil tramitou por menos de um mês no Senado depois de passar quase três anos na Câmara. A pressa pela aprovação do projeto atendeu a um apelo do Palácio do Planalto, que pretendia justamente apresentar a nova legislação no evento NetMundial. Dilma propôs sediar o encontro no Brasil depois das denúncias de espionagem por agentes americanos contra autoridades e usuários brasileiros, entre as quais a própria presidente.

Entenda o que muda
O foco principal do Marco Civil é a chamada "neutralidade de rede". Teoricamente, isso significa que todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma. Com ela, o internauta tem acesso garantido a qualquer tipo de conteúdo online, com a mesma velocidade, sem interferências e sem precisar pagar mais nada além da velocidade de conexão.

No entanto, o governo precisou mexer no ponto que previa a regulamentação das exceções da neutralidade da rede. Pelo texto, a Presidência da República decidiria, por meio de decreto, a degradação ou discriminação de dados em duas situações: quando indispensável para melhorar a prestação de serviços ou priorizar serviços de emergência. Por exemplo, vídeos ao vivo ou cirurgias por videoconferência ganham um tratamento melhor de conexão que e-mails.

O relator do projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), alegava que a criação de novos serviços na internet exigia uma regulamentação mais rápida, e não poderia depender do Legislativo e de alterações na lei. Após reuniões com lideranças partidárias, o governo aceitou incluir no texto a previsão de que a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI) sejam ouvidos para a elaboração de decretos.

Privacidade 
O texto prevê que os registros de conexão dos usuários devem ser guardados pelas empresas de internet por um ano, sob total sigilo e ambiente seguro. As informações guardadas deverão ser apenas referentes ao IP, data e hora inicial e final da conexão, sem informações adicionais sobre o usuário, a não ser em casos de ordem judicial. Mas para algumas organizações de mídia e de defesa do consumidor, a obrigatoriedade de manter os dados guardados vai incentivar os provedores a utilizá-los comercialmente. No caso das redes sociais, o usuário terá o direito de pedir a exclusão definitiva dos seus dados quando encerrar seu perfil.

Conteúdo
A lei define que conteúdos publicados pelos internautas só serão retirados após ordem judicial. A exceção vale para conteúdos que violem uma matéria penal, como pedofilia, racismo ou violência. O objetivo é que isso evite que um material que possa causar riscos a algum usuário fique no ar enquanto aguarda a decisão da Justiça. A decisão judicial também não vale para conteúdos que envolvam direitos autorais, o que pretende combater principalmente a pirataria de músicas, filmes e livros na web.

Fonte: Terra

terça-feira, 22 de abril de 2014

Fotógrafo é acusado de assédio sexual à modelo

Modelo britânica Emma Appleton acusa o fotógrafo das celebridades Terry Richardson de oferecer a ela um ensaio para a revista Vogue em troca de sexo. Segundo a modelo, a oferta foi feita em sua página do Facebook no último domingo (20) e envolvia uma sessão de fotos em Nova York, nos Estados Unidos, onde vive o fotógrafo. Segundo o site inglês Daily Mail, a porta-voz de Richardson, Candice Marks, afirmou que a mensagem é falsa e negou o envolvimento do fotógrafo no caso. "Isto é obviamente falso. Terry não mandou esta mensagem", disse ao site Buzzfeed. A revista norte-americana Vogue, para a qual o fotógrafo fez um ensaio na edição de fevereiro, preferiu não comentar sobre o episódio.

A modelo publicou a oferta de Richardson em sua página do Instagram, mas acabou deletando a conta depois que uma enxurrada de comentários foi feita em seu perfil. Segundo ela, a mensagem dizia: "if I can f*** you I will book you in ny for a shoot for Vogue" (Se eu puder transar com você, agendarei uma sessão de fotos para a Vogue em Nova York). Diante dos comentários, a modelo respondeu às perguntas que lhe enviaram via Instagram. "Eu perguntei o que e ele disse sim ou não?", escreveu ela para @lewisthegreat. E, completou: "Não, eu não sou sua menina, tchau", teria respondido ela ao fotógrafo.

No entanto, após algumas mensagens serem contrárias à posição da modelo, ela deletou seu perfil após escrever: "Começando a desejar nunca ter postado isso. Não importa quem você é ou o que a indústria é, seja apenas um ser humano decente. O fato de pessoas pensar que isto é aceitável, me deixa muito confusa". Ela ainda respondeu à @carltonyaito: "Eu sou modelo há 5 anos e nunca tinha acontecido isso antes e isso não é ok".

Richardson é conhecido por retratar famosas em poses ousadas e em ensaios íntimos para as maiores revistas de moda do mundo. Entre suas musas estão Lady Gaga, Rihanna, Beyoncé, Gisele Bündchen, Sofia Vergara e Miley Cyrus. Barack Obama e Justin Bieber também já posaram para ele. No entanto, esta não é a primeira vez que o americano é acusado de assédio sexual. Algumas celebridades inclusive chegaram a chamá-lo de "predador sexual".

Apesar disso, o fotógrafo nunca foi processado e nem teve sua ligação provada em nenhuma das alegações. Inclusive, em março, algumas modelos o acusaram de agir de maneira inapropriada em sessões de fotos. Sobre estas acusações antigas, o jornal The New York Post teve acesso a uma carta do fotógrafo em que ele diz que as afirmações são "falsas, cheias de ódio e difamatórias". "Eu escolhi ignorar essas fofocas e falsas acusações lançadas na internet sobre mim. Me dignificar a dar u
ma resposta seria uma traição ao meu trabalho e ao meu caráter. Quando essas alegações surgiram nos últimos meses, elas pareciam especialmente cruéis e distorcidas, tornando-se nada mais do que uma caça às bruxas e, ao escrever isso, faço uma humilde tentativa em corrigir estes rumores. Sem a minha voz, tudo o que sobra são mentiras", escreveu.

O comportamento de Richardson é assunto recorrente nos bastidores da moda. Ao site Daily Mail, a modelo dinamarquesa Rie Rasmussen contou que as tops que trabalham com ele "têm muito medo de dizer não porque a agência é quem marca o trabalho e elas são muito novas para se manterem firmes". "Ele escolhe meninas jovens, as manipula para tirarem suas roupas e as fotografa. Elas sempre saem parecendo amedrontadas, abusadas, como viciadas em heroína nas fotos. Não entendo como alguém trabalha com ele", afirma.

Já a modelo canadense Liskula Cohen recusou um ensaio para a Vogue porque os pedidos do fotógrafo se tornaram cada vez mais explícitos, além de ele ter levado para o set amigos seus ao invés de outros modelos para interagirem com a top. "Ele me queria completamente nua e que interpretasse uma cena de sexo com um dos homens também nu", contou. E completou com algumas recomendações que dá às amigas antes de trabalharem com ele: "leve um segurança, fica com suas roupas e, se ele se expor, chame a polícia".

quinta-feira, 27 de março de 2014

Autoridades do estado podem ter acesso aos dados cadastrais sem autorização de juiz com o Marco Civil

Dispositivos de proteção à privacidade são equilibrados, mas porta deixada aberta ao Estado é preocupante.
A grande inovação nas últimas versões do Marco Civil da Internet diz respeito à proteção da privacidade que passou a ser objeto de regulação mais ampla depois das denúncias de espionagem dos Estados Unidos por Edward Snowden. Há dois eixos principais sobre a questão no Marco Civil: a guarda de logs (registros de conexão e de acesso) e os limites para guarda e uso de dados pessoais.
A restrição à guarda e uso de dados pessoais não estava prevista no projeto original já que havia uma iniciativa paralela e complementar ao Marco Civil que era a Lei de proteção de dados pessoais (elaborada pelo Ministério da Justiça e há anos aguardando um parecer da Casa Civil). Após as denúncias de Snowden, alguns elementos básicos da lei foram antecipados no Marco Civil e aparecem nos artigos 7o e 16o.
Art. 7º O acesso à Internet é essencial ao exercício da cidadania e ao usuário são assegurados os seguintes direitos: (...) VI - a informações claras e completas constantes dos contratos de prestação de serviços, com detalhamento sobre o regime de proteção aos registros de conexão e aos registros de acesso a aplicações de Internet, bem como sobre práticas de gerenciamento da rede que possam afetar sua qualidade; e VII - ao não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, inclusive registros de conexão, e de acesso a aplicações de Internet, salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei; VIII - a informações claras e completas sobre a coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais, que somente poderão ser utilizados para finalidades que: a) justificaram sua coleta; b) não sejam vedadas pela legislação; e c) estejam especificadas nos contratos de prestação de serviços ou em termos de uso de aplicações de Internet. IX - ao consentimento expresso sobre a coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais; X - à exclusão definitiva dos dados pessoais que tiver fornecido a determinada aplicação de Internet, a seu requerimento, ao término da relação entre as partes, ressalvadas as hipóteses de guarda obrigatória de registros previstas nesta Lei;
(...)
Art. 16. Na provisão de aplicações de Internet, onerosa ou gratuita, é vedada a guarda:
I - dos registros de acesso a outras aplicações de Internet sem que o titular dos dados tenha consentido previamente, respeitado o disposto no art. 7º; ou
II - de dados pessoais que sejam excessivos em relação à finalidade para a qual foi dado consentimento pelo seu titular.
Os incisos VI a X do artigo 7º estabelecem que a coleta de dados pessoais e o uso que se fará dos dados precisam ser informados ao usuário e os dados coletados só poderão ser utilizados para aquele fim e não poderão ser repassados a terceiros sem o consentimento do usuário. Esses direitos são os mais elementares para impedir que empresas coletem dados para fins outros que não o da prestação do serviço ou da apresentação de publicidade e que não possam legalmente repassar dados para terceiros sem a autorização expressa do usuário, como acontece hoje. O inciso X diz ainda que o usuário poderá solicitar a destruição dos dados quando deixar de usar um serviço. Regulação adicional como a que dispõe sobre a interconexão de bancos de dados foi deixada para a tão aguardada Lei de proteção de dados pessoais. O artigo 16 proíbe que um serviço monitore o acesso a outros serviços sem o consentimento do usuário -- por exemplo, que uma vez conectado ao Facebook ou ao Google, o acesso a outros sites parceiros dessas empresas seja monitorado e os dados enviados para elas sem o consentimento do usuário.
O controverso dispositivo que obrigava a guarda dos dados no Brasil por prestadores comerciais de serviço caiu. Ao contrário de outros comentadores, eu sou da opinião que ele era relativamente inócuo do ponto de vista da proteção da privacidade, mas que teria efeitos positivos de política industrial ao criar custos para atuação de empresas transnacionais no Brasil, abrindo espaço para a competição de atores nacionais. De qualquer modo, sua supressão apenas retira um ponto desnecessário de divisão entre aqueles que querem ver o Marco Civil aprovado.
Os artigos 13 a 15 tratam da guarda de logs, isto é, dos registros de conexão e de acesso a sites e serviços:
Art. 13. Na provisão de conexão à Internet, cabe ao administrador de sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de um ano, nos termos do regulamento.
(...)
Art. 14. Na provisão de conexão, onerosa ou gratuita, é vedado guardar os registros de acesso a aplicações de Internet.
Art 15. O provedor de aplicações de Internet constituído na forma de pessoa jurídica, que exerça essa atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos, deverá manter os respectivos registros de acesso a aplicações de internet, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de seis meses, nos termos do regulamento.
O artigo 13 estabelece que os dados de conexão, isto é, os dados de que Fulano que tem tal cadastro, acessou a internet durante tal período com tal IP, serão mantidos por um ano -- prazo que é prorrogável se houver autorização da justiça. O artigo 15 estabelece que os serviços de Internet (por exemplo, os sites) devem manter registros de acesso (do tipo IP tal utilizou o site em tal dia e horário) por seis meses, também prorrogáveis com autorização de um juiz. A necessidade de guarda de registro de serviços só se aplica a empresas, mas um juiz pode estender a obrigação a provedores de serviços não comerciais. O artigo 14 estabelece que o provedor de acesso à Internet -- por exemplo, a Telefônica -- não pode monitorar os serviços que você utiliza (por exemplo, os sites que você acessa).
A guarda de registros é relevante para a proteção da privacidade porque o cruzamento dos registros de conexão e acesso permite estabelecer, por exemplo, que Fulano acessou no dia tal, em tal horário a página do MST ou do Black Bloc ou, ainda, que postagem que convocava manifestação publicada no dia tal e à hora tal vieram do IP tal cujo usuário cadastrado é Fulano.
A discussão sobre os prazos para guarda de registros é, na minha opinião, o principal revés no que diz respeito à proteção à privacidade. Versões anteriores do Marco estabeleciam prazo de seis meses para a guarda de registros de conexão e a proibição da guarda de registros de acesso a serviços. No entanto, houve muita pressão de órgãos de investigação (polícias e Ministério Público) para a guarda desses dados e a atual redação é provavelmente o equilíbrio possível.
Por fim, o preocupante parágrafo 3º do artigo 10 estabelece uma exceção para as autoridades administrativas que podem ter acesso aos dados cadastrais sem autorização judicial:
Art. 10. A guarda e a disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de Internet de que trata esta Lei, bem como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas, devem atender à preservação da intimidade, vida privada, honra e imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas. (...) § 3º O disposto no caput não impede o acesso, pelas autoridades administrativas que detenham competência legal para a sua requisição, aos dados cadastrais que informem qualificação pessoal, filiação e endereço, na forma da lei.
Essa injustificável exceção repete a porta deixada aberta ao Estado para a violação da privacidade que também está na última versão pública da Lei de proteção de dados pessoais. O parágrafo terceiro diz que as proteções trazidas pelo Marco Civil não vão impedir que o Estado tenha acesso a dados cadastrais, seja de provedores de conexão, seja de provedores de serviço -- em outras palavras, autoridades do Estado poderão solicitar tanto a empresas como a Telefônica, como a empresas como Facebook e Google os dados cadastrais de usuários sem autorização judicial -- poderão ter acesso, por exemplo, aos dados cadastrais de um login que fez comentários de natureza política no Facebook, no Twitter ou num blog sem precisar de autorização de um juiz. As implicações para a privacidade são óbvias.

Fonte: BrasilPost

sexta-feira, 21 de março de 2014

Premiê da Turquia ameaça banir Twitter às vésperas de eleições

Por Guilherme Paixao

O primeiro ministro da Turquia, Tayyip Erdogan, simplesmente ameaçou nesta quinta feira banir o Twitter e outras redes sociais, e disse que não se importa com a reação internacional, em sua mais nova explosão emocional escrota em uma campanha eleitoral cada vez mais nojenta.

Sentimento de raiva, ameaças e teorias da conspiração marcam a campanha para as eleições locais de 30 de março. Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção (você não pensou que só o Brasil tinha isso né !?) que diz ser orquestrado por seus inimigos (Mais um Santo né) e as informações estão passeando principalmente pelo twitter e youtube.

Erdogan: "Twitter... Vamos varrer tudo isso do mapa", disse."A comunidade internacional pode dizer isso ou aquilo. Não me importo. Todos verão quão poderosa é a República da Turquia", disse em seu característico tom inflexível.

Eu particularmente não consigo enxergar isso, afinal só comecei a ver algo turco depois que o pais passou em uma das novelas da "PlimPlim" de tão insignificante e não acrescentável a nada. Enfim opinião é igual bunda né !?

Duas semanas atrás, Erdogan disse que a Turquia poderia banir o Facebook e o Toutube que, segundo ele, têm sido usados por seus inimigos, depois que gravações revelando corrupção de seus foram publicadas online.

Não vejo a hora dele fazer isso, bloquear todas as redes citadas acima, depois de uma semana com os websites do governo serem todos derrubados, coisas piores sobre ele vazarem na web, quero ver se ele não volta atras.

O Governo têm o poder de mandar e desmandar limitado, nós temos o poder ilimitado, não provoque os usuários da Web, vocês sabem que não podem contra o mundo todo. #Acorda

terça-feira, 11 de março de 2014

Viber estende por uma semana ligações gratuitas

Direto de São Paulo
Guilherme Paixão


Após anunciar a possibilidade de efetuar ligações pelo app para telefones fixos e celulare a partir de 25/fevereiro, o Viber estende até o dia 17/março o envio de mensagens, já que a meta de aumentar em 25% o envio de mensagens foi alcançada segundo a empresa.

Simplesmente mais de 6,5 milhões de ligações gratuitas, um total de 25 milhões de minutos em chamadas durante a ação.

Agora vem a parte legal da coisa, preste atenção. A ligações tinha um prazo de uso de até esta segunda-feira 10/março, mas renovaram para o dia 17/março, mas por que ? Vou explicar pra você fique tranquilo.
Segundo a empresa o Viber diz que existe uma forma de permanecer com as ligações gratuitas, sendo elas renovadas semanalmente seguindo um critério bem malandrinho pro meu gosto, mas confesso que curti o modo que utilizam pra prender o usuraio em seu app.

O Fluxo de mensagens de texto deve manter um crescimento continuo de 25% semanal, ai que vem a malandragem, você me da o que eu quero, e, eu libero o que voce precisa ! Moeda de troca sacou !? Quanto mais mensagens, mais tempo o mecanismo de ligação fica ativo no app.

A Empresa criou o maravilhoso mecanismo pra tentar desbancar o atual "Lord of App" WhatsApp, que foi comprado recentemente por US$ 16 bilhões pelo Facebook e anunciou ligações free para os usuarios.



Vamos provocar um pouquinho !? Então la vai:
"Quem precisa se defender é o WhatsApp. Eles estão três anos atrasados em relação a gente, que libera ligações gratuitas entre os usuários desde o lançamento. Sabe-se lá quanto tempo eles ainda vão demorar para liberar ligação de voz para usuários de fora do WhatsApp", afirmou o executivo. - "Luiz Felipe Barros, diretor geral do Viber no Brasil."

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Papa Francisco no Facebook !

Direto de São Paulo
Guilherme Paixao

O papa Francisco também terá uma página na rede social do Facebook, além da conta que já possui no Twitter, uma modinha digamos assim que passou a ser aderida pelo seu antecessor Bento XVI, afirmou nesta sexta-feira o site vaticano, "Vaticaninsider" da pra acreditar ?
Segundo o artigo publicado nesta página, uma equipe de técnicos em informática finaliza os últimos detalhes para abrir a página do Papa do momento, o Francisco, é vocês ja conhecem, do Vaticano sabe!? Então. Entre esses ajustes finais, os técnicos contratados pelo Vaticano estudam métodos  para evitar a publicação de mensagens e conteúdos ofensivos ou inapropriados na página do bom velhinho (com todo respeito) Papa Francisco.
A nova página do papa Francisco no Facebook deve repetir o mesmo êxito de sua conta no Twitter (@Pontifex), onde possui mais de 12 milhões de seguidores, pessoas do mundo todo, isso mesmo que você lêu 12 milhôes, quem sabe um dia ele passa o Bieber né ?. A conta papal no Twitter, foi criada por vontade de Bento XVI, foi inaugurada no dia 12 de dezembro de 2012 em oito línguas. Depois, a partir do dia 17 de janeiro de 2013, não satisfeito liberou no ar a versão em latim, que despertou um surpreendente interesse entre os usuários. Agora me diz você ai, brasileiro, dispertou esse interesse em você também ? Ok, entendo.

No dia 28 de fevereiro de 2013, o último dia do pontificado de Ratzinger, a conta do papa no Twitter tinha 3 milhões de seguidores, um número que foi elevado consideravelmente após a mesma ter sido assumida pelo papa Francisco.
Segundo os cálculos de monsenhor Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício para as Comunicações Sociais, mais de 60 milhões de pessoas recebem as mensagens do papa devido aos "retweets" dos seguidores.

Sinceridade !? Até hoje eu nao recebi .

domingo, 21 de outubro de 2012

Cidade de Praia Grande realiza evento pela Segurança e Paz 2012

 

Aconteceu neste domingo (21), a 2ª edição do evento Praia Grande pede Segurança e Paz. Evento simbólico que um grupo no Facebook criou, inconformados com a situação da violência que vem mudando até mesmo o perfil turístico da cidade e nos fazendo crer que isto não pode continuar, o grupo decidiu agir e em assim foi criado o evento PRAIA GRANDE PEDE SEGURANÇA E PAZ.

O organizador do evento, Juka Oliveira  diz que a população deve participar para buscar uma evolução nos sentimentos e conceitos sobre este tema tão importante e assim possa voltar a se manifestar diante do poder público, de forma ordeira, exigindo providências mais ágeis e rápidas no sentido de frear a onde de violência que ainda continua assolando a cidade.

Praia Grande pede Paz e Segurança 2011 / 2012 Foto da edição anterior, na Praça da Paz em 7 de setembro de 2011. Por Leandro Biondo

O evento em parceria com o Diretor e Produtor Igor Bartchewsky que agregou ainda a oficina de atores OAIB e a AACPRAIGRAN - Associação dos Artistas e Cultura de Praia Grande, para colaborar na organização. Este time reunido procurará trabalhar mais e melhor, através do viés artístico, o lado da sensibilidade e conscientização de cada cidadão sobre o seu papel na Segurança Pública e o quanto ele é importante para que, ai sim, possa exigir que os outros também façam a sua parte. É certo que a sociedade mais consciente e humanizada reúne melhores condições de exercer e executar bem suas responsabilidades e assim exigir do poder público que também faça a sua parte.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

Atividades do dia 21/10: 09:00hs: Neste horário, em vários pontos da cidade, haverá concentração para início das atividades.

09:30hs: Saída dos Motociclistas de Solemar, em frente ao quiosque 164. Percurso Rua dos Narcisos,  Av Presidente Kennedy, Av São Paulo realizando buzinaço durante todo o percurso até a Praça da Paz (conhecida como Praça das Cabeças).

10:00hs: Saída do Passeio Ciclístico da Vila Mirim, em frente ao quiosque 88. Percurso pela ciclovia da orla da praia até a fonte do Boqueirão. Seguirão as 11:20hs para a Praça da Paz.

10:00hs: Saída da Caminhada do Canto do Forte (Praça dos Canhões) seguindo pela Av. Castelo Branco (por medida de segurança será utilizado o calçadão) até a Av. Costa e Silva. Em seguida entrarão pela Av. Brasil até atingir a Praia da Paz.

10:30hs: Saída do Passeio ciclístico da Ocian, em frente ao Netuno, onde deverão se juntar as pessoas que vem vindo da Vila Mirim. Percurso pela ciclovia da orla da praia até a fonte do Boqueirão. Seguirão as 11:20hs para a praça da paz.

11:30hs: Chegada de todos os passeios na Praça da Paz (estacionamento das motos praça vereador Diniz).

12:00hs: Abraço na Praça da Paz - Boqueirão.

13:00hs: Todos caminharão juntos a pé da praça da Paz até a Fonte do Boqueirão na orla da Praia Percurso: AV. Pres. Costa e Silva; Av. Brasil.

13:30hs: Corrente do Bem. Todos vão para areia, Junto ao mar, em frente à fonte do Boqueirão, darão as mãos formando a corrente.  Em todos os outros pontos da orla por toda a cidade onde a população quiser se organizar poderão fazer junto esta corrente simbólica, reunindo os amigos de branco e dando as mãos junta ao mar exatamente as 13:30hs.

17:00hs: Abertura das atividade no Espaço Alvorada. Quietude. – Quadradão, com shows e apresentações artísticas. Siga nosso Twitter em http://twitter.com/praiagrandenews Curta nossa página no Facebook http://facebook.com/PGNewsBoqueirao

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Internautas reclamam de problemas para acessar o Facebook

Internautas reclamam que o site do Facebook está fora até em dispositivos móveis. Foto: Avlxyz/Flickr.com/Divulgação
Internautas reclamam que o site do Facebook está fora até em dispositivos móveis
Foto: Avlxyz/Flickr.com/Divulgação

Internautas reclamado no Twitter de problemas para acessar o Facebook nesta terça-feira. A hashtag #lutofacebook chegou a estar nos trending topics do Brasil. A maioria das reclamações diz respeito a problemas no carregamento do site, que estaria demorando muito, independente do navegador utilizado.
Na página oficial de monitoramento da rede social, o último relato de problemas é do dia 18 de setembro, quando alguns usuários relataram problemas de travamento da página ao acessar o site através do navegador Internet Explorer, versões 8 e 9.
Para outros usuários, no entanto, o acesso parece ter sido normal durante todo o dia, conforme relatado com a mesma tag no Twitter.
Contatada pela reportagem do Terra, a assessoria do Facebook no Brasil disse que vai encaminhar o pedido de mais informações à empresa.
Com 1 bilhão de usuários, marca atingida em setembro, o Facebook tem o Brasil entre os cinco países com o maior número de perfis cadastrados. No segundo trimestre, o País liderou o crescimento no número de usuários. Enquanto o número de usuários ativos de junho de 2011 para junho de 2012 cresceu 29% mundialmente, alcançando a marca de 955 milhões, o aumento no Brasil foi de 146%, fazendo o País chegar a 54 milhões de usuários na rede social.
O Brasil também representou um aumento significativo no aumento de usuários móveis do Facebook no período. Ao lado de Estados Unidos e índia, o País representou o principal crescimento de usuários por celulares e tablets do serviço. Mundialmente, o crescimento foi 67%, chegando a 543 milhões de usuários. Desses, 102 milhões acessam o Facebook exclusivamente por dispositivos móveis, segundo a companhia.
Em relatório encaminhado ao órgão regulador do sistema financeiro americano o Facebook destaca que o Orkut ainda é um dos seus principais concorrentes no Brasil e na Índia.

Terra Noticias