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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Integrar a área de TI com as de negócios ainda desafia os CIOs

Apesar dos progressos, executivos enfrentam obstáculos para serem compreendidos e para liderarem a inovação, confirma pesquisa

CIOs e outros executivos de TI têm feito progressos significativos em seus esforços, de longa data, para alinhar seus departamentos com as unidades de negócios de suas organizações. Apesar do esforço contínuo, os obstáculos permanecem, de acordo com pesquisa da Red Hat.
Encomendado pela Red Hat ao CIO Strategic Marketing Services/IDG Research Services, o estudo  "CIOs nos cruzamentos Tecnológicos e  Culturais" entrevistou 100 executivos de TI que atuam em organizações com 1 mil ou mais empregados. Os resultados revelam progressos dos CIOs e outros executivos de TI em assumir papéis mais estratégicos, além dos desafios que continuam a enfrentar. Levanta também questões fundamentais sobre como esses executivos podem melhorar a inovação empresarial.
Atualmente, muitos CIOs e outros executivos de TI gastam muito do seu tempo "mantendo as luzes acesas" - 48% e 47% dos entrevistados apontaram a melhoria das operações de TI/desempenho do sistema  e  a implementação de novos sistemas e arquiteturas como uma das suas cinco principais áreas de foco, respectivamente. 
Apesar dessas demandas do dia-a-dia, muitos executivos de TI também conseguem envolver-se em uma variedade de atividades empresariais, incluindo iniciativas da  TI para atender os objetivos de negócio (45%).
Nos próximos anos, os executivos de TI querem passar mais tempo contribuindo para a estratégia de negócios, de acordo com os resultados da pesquisa. Quando perguntados onde eles gostariam de passar mais tempo nos próximos três a cinco anos, os entrevistados disseram que gostariam de identificar oportunidades de diferenciação competitiva (48%), cultivar a parceria de negócios de TI (42%), impulsionar a inovação empresarial (41%), alinhar as iniciativas de TI com os objetivos de negócio (35%), e desenvolver e aperfeiçoar a estratégia de negócios (32%).
Oportunidades de negócios
Dada a oportunidade, os executivos de TI entrevistados pelo IDG Research Services acreditam que poderiam ser contribuintes valiosos para as estratégias de negócios. Entre os entrevistados, 78% avaliaram seu conhecimento do negócio ou como "excelente" ou "bom" e 66% disseram que sua receptividade a novas ideias provenientes de unidades de negócios foi "excelente" ou "bom". 
Mesmo dada a oportunidade de inovar, muitos se sentem frustrados por fatores fora de seu controle. Quando perguntados se eles tinham o orçamento para apoiar e permitir novas ideias de negócios, 57% disseram que seu orçamento disponível era apenas "justo" ou "inferior", e 62% disseram que seu orçamento está no mesmo nível de seus colaboradores.
Outros desafios permanecem para que TI seja vista como forte contribuinte para a estratégia de negócios. Quando os executivos de TI entrevistados descrevem como os patrocinadores de suas empresas percebem a organização de TI, apenas 10% disseram que eram percebidos como "pares" de negócios envolvidas no desenvolvimento, não apenas permitindo a, estratégia de negócios. Menos ainda dos patrocinadores do negócio (4%) enxergam o CIO como um "responsável pela mudança do jogo” e a TI como  principal motor do futuro competitivo da empresa. 
Quase 30% dos acionistas da empresa ainda consideram o departamento de TI apenas como um "centro de custo".
A pesquisa mostrou ainda que novos projetos de TI são mais frequentemente iniciados por uma abordagem de business champions (77%) . De acordo com a pesquisa, TI e representantes de outras áreas gastam apenas 16% do seu tempo funcional colaborando para identificar em conjunto novos projetos e oportunidades de inovação.
“ TI é uma fonte chave de inovação. É responsabilidade dos executivos de TI comunicar o valor estratégico da TI para a evolução dos negócios", afirmae Lee Congdon, CIO, da Red Hat.
"Os resultados da pesquisa mostram claramente a necessidade dos executivos de TI comprrenderem melhor sua organização e aumentarem a colaboração entre a área de TI e os líderes empresariais. É através desta colaboração que as percepções irão mudar e os resultados da empresa serão impulsionados".

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Dilma cogita dar cargo a Lula em campanha eleitoral

Por Guilherme Paixao

Lula e Dilma devem dialogar nos próximos dias para definir detalhes da eleição
O jornal Folha de S. Paulo publicou na edição desta sexta-feira que a presidente Dilma Rousseff pretende convidar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir a função de coordenador formal de sua campanha à reeleição. Segundo a publicação, essa seria uma tentativa para abafar o movimento “volta, Lula”, que surgiu nas últimas semanas. (Abafar ? Como fazer algo voltar sendo que nunca saiu ? #Cegos)

Segundo interlocutores de Lula e Dilma, a ideia é discutida há semanas na coordenação de campanha e é vista como uma forma de atenuar o coro que pede a volta de Lula ao poder. Existe a expectativa de que auxiliares do Planalto de que Dilma e Lula conversem hoje antes do encontro nacional do PT, em São Paulo.

Auxiliares de Dilma acreditam que, ao assumir um cargo formal, Lula mostrará claramente seu empenho para eleger sua sucessora.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Dilma descarta projeto para estabelecer datacenters no País

A presidente responde perguntas da população sobre o
 Marco Civil pelo Facebook do Palácio do Planalto
Um dia após ter sancionado o Marco Civil da internet, lei que estabelece um conjunto de direitos e deveres dos usuários da rede no Brasil, a presidente Dilma Rousseff usa a página do Palácio do Planalto no Facebook na manhã desta quinta-feira para tirar dúvidas sobre a nova legislação. A ação da presidente faz parte da estratégia de comunicação que dedica mais espaço à internet e ao contato direto da presidente com a população.

Dilma descartou a possibilidade de o governo criar uma nova legislação para reter dados de brasileiros no Brasil. A proposta constava no texto do Marco Civil enviado ao Congresso, mas foi derrubada durante a tramitação na Câmara dos Deputados. Ventilou-se, no entanto, que o governo retomaria o assunto por meio de outro projeto de lei.

“O governo não irá insistir em outra legislação para implantar datacenters no país. Consideramos superado esse debate pelo parágrafo 3º do artigo 11, justamente a obrigação para os provedores de conexão e aplicação de cumprir a legislação brasileira, referente à coleta, guarda, armazenamento ou tratamento de dados”, afirmou a presidente em resposta a uma das indagações no Facebook.

Em troca, o governo aceitou recuar do artigo que determinava a instalação de bancos de dados no Brasil para arquivamento de informações sobre brasileiros. A solução para a retirada do artigo implicou em um reforço de outro ponto da lei que estabelece a vigência da legislação brasileira sobre dados de brasileiros – o artigo ao qual a presidente se referiu na resposta.

Em outra resposta, Dilma afirmou que o Marco Civil coloca o Brasil em posição de vanguarda e reiterou que “qualquer dado coletado no Brasil, pouco importando se por empresa brasileira ou estrangeira está sujeito a legislação brasileira”. “Com isso se assegura a soberania da legislação sobre os dados coletados e se protege o consumidor nacional”, afirmou a presidente.

A presidente também negou que os armazenamento de dados afete a liberdade individual e afirmou que o decreto que vai regulamentar a nova legislação de internet será amplamente discutido. “É vedado às empresas e aos governos a violação da privacidade de dados, seja no que se refere a pessoas, no que se refere às empresas, e ao governo”, disse a presidente. “(O decreto) será discutido amplamente pela internet e com toda a sociedade para que nós possamos aprimorar cada vez mais esse dispositivo que assegura a privacidade e coibindo eventuais abusos”, acrescentou.

O Marco Civil tramitou por menos de um mês no Senado depois de passar quase três anos na Câmara. A pressa pela aprovação do projeto atendeu a um apelo do Palácio do Planalto, que pretendia justamente apresentar a nova legislação no evento NetMundial. Dilma propôs sediar o encontro no Brasil depois das denúncias de espionagem por agentes americanos contra autoridades e usuários brasileiros, entre as quais a própria presidente.

Entenda o que muda
O foco principal do Marco Civil é a chamada "neutralidade de rede". Teoricamente, isso significa que todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma. Com ela, o internauta tem acesso garantido a qualquer tipo de conteúdo online, com a mesma velocidade, sem interferências e sem precisar pagar mais nada além da velocidade de conexão.

No entanto, o governo precisou mexer no ponto que previa a regulamentação das exceções da neutralidade da rede. Pelo texto, a Presidência da República decidiria, por meio de decreto, a degradação ou discriminação de dados em duas situações: quando indispensável para melhorar a prestação de serviços ou priorizar serviços de emergência. Por exemplo, vídeos ao vivo ou cirurgias por videoconferência ganham um tratamento melhor de conexão que e-mails.

O relator do projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), alegava que a criação de novos serviços na internet exigia uma regulamentação mais rápida, e não poderia depender do Legislativo e de alterações na lei. Após reuniões com lideranças partidárias, o governo aceitou incluir no texto a previsão de que a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI) sejam ouvidos para a elaboração de decretos.

Privacidade 
O texto prevê que os registros de conexão dos usuários devem ser guardados pelas empresas de internet por um ano, sob total sigilo e ambiente seguro. As informações guardadas deverão ser apenas referentes ao IP, data e hora inicial e final da conexão, sem informações adicionais sobre o usuário, a não ser em casos de ordem judicial. Mas para algumas organizações de mídia e de defesa do consumidor, a obrigatoriedade de manter os dados guardados vai incentivar os provedores a utilizá-los comercialmente. No caso das redes sociais, o usuário terá o direito de pedir a exclusão definitiva dos seus dados quando encerrar seu perfil.

Conteúdo
A lei define que conteúdos publicados pelos internautas só serão retirados após ordem judicial. A exceção vale para conteúdos que violem uma matéria penal, como pedofilia, racismo ou violência. O objetivo é que isso evite que um material que possa causar riscos a algum usuário fique no ar enquanto aguarda a decisão da Justiça. A decisão judicial também não vale para conteúdos que envolvam direitos autorais, o que pretende combater principalmente a pirataria de músicas, filmes e livros na web.

Fonte: Terra

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cheerleaders processam time da NFL por abuso e exploração

Integrantes da torcida Buffalo Jills processam a tradicional franquia dos Bills
Cinco ex-cheerleaders do Buffalo Bills, uma das franquias mais tradicionais da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano), abriram um processo contra a equipe, nesta terça-feira. Elas alegam ter trabalhado por horas em jogos e eventos públicos sem receber pagamento. Além disto, garantem ter sofrido abusos por parte de seus contratantes, que teriam, entre outras coisas, pedido para tocar em seus corpos e vê-los em um “teste de movimento”.

Este é o terceiro processo aberto por cheerleaders contra uma equipe da NFL em 2014. Antes dos Bills, Oakland Raiders e Cincinnati Bengals também foram acionados por algumas de suas líderes de torcida – por atrasos salariais - e acabaram obrigados a indenizá-las.

O caso movido contra a franquia de Buffalo diz que as cheerleaders dos Bills, as chamadas “Buffalo Jills”, foram contratadas ilegalmente como funcionárias independentes, estando sujeitas a políticas que violam leis de trabalho, como o pagamento de U$ 8 por hora, por exemplo.

Duas integrantes da torcida “Jills” concederam uma coletiva de imprensa nesta terça-feira com o advogado Frank Dolce. “Nós somos torcedores dos Bills”, declarou Dolce. “Queremos que, definitivamente, a nossa organização e outras franquias da NFL respeitem os direitos dessas líderes de torcida”, disparou.

As cheerleaders do Buffalo Bills não recebem para trabalhar em jogos e treinos, e são obrigadas a fazer, por temporada, de 20 a 35 aparições em eventos de comunidades carentes. Na maioria deles, porém, também não há remuneração, segundo o processo. Além disto, de acordo com a acusação, elas têm que pagar U$ 650 para comprar seus uniformes e não são reembolsadas após realizar viagens e gastar com outras despesas.

A ação civil, que busca indenização não especificada e pagamento de honorários dos advogados, nomeia a empresa Stejon Productions Corp, que assumiu a gestão da "Jills" em 2011, além da Citadel Communications Co. e do próprio Buffalo Bills.

A presidente da Stejon, Stephanie Mateczun, disse que não poderia comentar sobre as reivindicações, assim como o representante do Buffalo Bills, Scott Berchtold, que afirmou que a política da franquia é de não discutir litígios pendentes. Já um porta-voz da Citadel não foi encontrado para falar sobre o tema.

No processo, as cheerleaders são identificadas apenas pelo primeiro nome e pelas iniciais dos sobrenomes. Isto porque “a identificação representa um risco de dano físico ou mental de retaliação”, de acordo com a ação.

As queixas descrevem que as líderes de torcida receberam "tratamento humilhante e degradante”, sendo obrigadas a usar biquínis em vários eventos, como em um torneio de golfe anual no qual foram “leiloadas como prêmios” e submetidas a “comentários sexuais degradantes e a toques inapropriados”.

"Todos ficavam diante de nós, de pé, com uma prancheta. Eles nos obrigavam a pular e balançar os seios para ver quais partes do nosso corpo ficavam sacudindo”, revelou uma das líderes de torcida, identificada como Alyssa U.

Ela, aliás, também contou que recebeu somente U$ 420 pelos serviços prestados ao Buffalo Bills durante toda a temporada 2012/13 da NFL. Outra líder de torcida da franquia, Maria P. disse ter sido remunerada em apenas U$ 105 no ano inteiro.

Fonte: Terra

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Sabesp cogita rodízio de água em SP ainda este ano

A Sabesp admitiu pela primeira vez, de forma oficial,
a possibilidade de implantar um rodizio de agua em
São Paulo ainda este ano.

A previsão, incluída em um documento recém publicado pela companhia, vai na contramão dos discrusos do governo Geraldo Alckmin (PSDB) nos últimos meses.

"Se as chuvas não retornarem a índices adequados e, consequentemente, os níveis dos reservatorios não forem restabelecidos, poderemos ser obrigados a tomar medidas mais drásticas, como o rodízio de água",afirma trecho do Relatório de Sustentabilidade 2013 da Sabesp.

O documento, disponibilizado nesta semana na internet, é publicado anualmente como prestação de contas para investidores e sociedade.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Despedida do Windows XP em 2014 ? Saiba mais sobre o destino do XP

Todos nós sabíamos que um dia isso iria acontecer devido as novas atualizações do Windows, e com toda essa evolução da pioneira Microsoft no mercado, estamos em 2014 nos despedindo desse bom velhinho que nos trouxe grandes sucessos, afinal, o Windows XP foi considerado em 2011 o sistema operacional mais usado no mundo.

Lançado em 2001, desde então, a Microsoft colocou mais três sistemas operacionais no mercado tecnológico : em 2007, foi o Windows Vista. Em 2009, o Windows 7. E, em 2012, o Windows 8.

Mas nada o impediu de continuar no mercado funcionando perfeitamente e auxiliando empresas de pequeno e médio porte até os dias de hoje, completando em 2014, 13 anos de vida, Windows XP está chegando na sua reta final em 08 de Abril deixando de receber suporte da Microsoft, "não haverá novas atualizações de segurança, hotfixes não são de segurança, opções de suporte assistido gratuitos ou pagos ou on-line atualizações técnicas de conteúdo", de acordo com a documentação on-line da Microsoft.

Microsoft diz que o Windows XP com Service Pack 3, após o término do suporte pode levar a riscos de segurança, bem como os problemas de compatibilidade de hardware e software.

(Nota do editor - no início deste mês, a Microsoft anunciou que continuaria a apoiar os programas anti-malware do Windows XP até julho de 2015, a fim de ajudar as organizações a completar suas migrações do Windows XP, porém Isso não afeta a data de fim de suporte do Windows XP, ou o suporte de Windows XP para outros produtos da Microsoft, que entregam e aplicar essas assinaturas.)


Apesar da continuação no envio de atualizações de segurança, a Microsoft recomenda que os usuários façam a atualização do sistema operacional, pois as novas versões são mais rápidas e seguras

Para clientes empresariais, isso se aplica a System Center Endpoint Protection, o Forefront Client Security, Forefront Endpoint Protection e Windows Intune em execução no Windows XP. Para os consumidores, isso se aplica a Microsoft Security Essentials.

OBS: Para o pacote de programas do Office 2003 nada muda. Ou seja, o fim do suporte está mantido para abril de 2014

O Windows XP, de acordo com estudos, é usado ainda em 32% dos PCs do mundo.