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domingo, 12 de agosto de 2012

Ricardinho exalta geração, mas lamenta prata: "faltou cabeça"

Wallace espera poder colocar em prática aprendizado da campanha de Londres. Foto: Marcelo Pereira/Terra
Wallace espera poder colocar em prática aprendizado da campanha de Londres
Foto: Marcelo Pereira/Terra

A derrota para a Rússia pode não ter sido o fim ideal para a geração mais vitoriosa do vôlei brasileiro, mas para o levantador Ricardinho, a prata em Londres não diminuiu em nada o orgulho pela equipe.
"É uma geração maravilhosa. Quem viu, viu. Tenho orgulho, o Brasil tem orgulho", disse o jogador para oSporTV. Para Ricardinho, faltou cabeça na hora da decisão.
"Não conseguimos segurar os caras, final é final. Faltaram alguns pontos. A gente não soube segurar os pontos, a pressão. Não tivemos cabeça para isso".
Para Wallace, segundo maior pontuador da final, com 27 pontos, a Olimpíada de Londres serviu como aprendizado para manter o caminho de vitórias da Seleção.
"A gente aprendeu bastante, com toda essa experiência que eles passaram nesses anos todos. Esperamos colocar isso em prática", disse o oposto.

Terra Noticias

EUA batem Espanha, levam ouro e repetem Dream Team de 1992


EUA bateu Espanha e se sagrou campeão pela 14ª vez em Olimpíadas. Foto: Getty Images
EUA bateu Espanha e se sagrou campeão pela 14ª vez em Olimpíadas
Foto: Getty Images
ALLAN FARINA
Direto de Londres
O Dream Team masculino de basquete dos Estados Unidos da América correspondeu às expectativas, venceu a Espanha neste domingo, pela decisão dos Jogos Olímpicos de Londres, e se sagrou campeão na modalidade pela 14ª vez na história. Mesmo com ampla superioridade, os americanos passaram por dificuldades contra os espanhóis, chegando a ficar atrás do marcador em alguns momentos, e triunfaram por 107 a 100, após um quarto período impecável.
Dessa forma, o Dream Team de 2012, com nomes como LeBron James, Kobe Bryant, Chris Paul, Carmelo Anthony, Kevin Durant e outros, iguala o feito da equipe americana de 1992, considerado o melhor time da história do basquete. Com astros como Magic Johnson, Michael Jordan, Larry Bird, Charles Barkley e Karl Malone, a seleção dos EUA da Olimpíada de Barcelona levou o ouro com o pé nas costas, quase da mesma forma que o selecionado atual.
O primeiro quarto contou com amplo domínio dos Estados Unidos, depois de um começo fulminante da Espanha ao abrir cinco pontos de vantagem. Paul Gasol mostrava que estaria em um dia inspirado, mas Kevin Durant comandava as coisas do outro lado e se encarregou de dar a vitória aos americanos por 35 a 27.
No segundo período, os espanhóis reagiram e equilibraram, com a dupla Juan-Carlos Navarro e Paul Gasol funcionando a todo vapor. Com raça e vontade de sobra, a Espanha virou o placar e surpreendeu a North Greenwich Arena, ao levar o segundo quarto até o fim com o empate parcial, que terminou com derrota por apenas um ponto.
Os Estados Unidos retornaram do intervalo ainda acuados pela postura dos rivais, que não queriam vender a derrota barata. E permaneceram atrás do placar até o meio do terceiro quarto, quando Kobe Bryant decidiu jogar e acertou seguidas cestas, retomando a dianteira à equipe da América do Norte, que no fim tomou sufoco e viu o adversário igualar.
Com 83 a 82 no marcador, o Dream Team contou com uma cesta de três e outra de dois de Chris Paul para se distanciar e pressionar a Espanha, que dependia muito do brilho individuai da dupla Gasol-Navarro. Serge Ibaka corria por fora e era peça importante no esquema europeu, enquanto LeBron James era um gigante pelos americanos.
Uma queda de rendimento dos espanhóis no último período foi crucial para o atropelo do Dream Team no final do jogo. Com erros fáceis e lances livres desperdiçados, os espanhóis perdiam boas chances, especialmente com Marc Gasol, enquanto os EUA completavam os rebotes e abriam vantagem. Assim, fecharam em 107 a 100 e faturaram seu 14º ouro no esporte, o 21º se somado aos do time feminino.

Terra Noticias

sábado, 11 de agosto de 2012

Thaísa destaca superação e exalta ouro: "está aqui a resposta"

Thaísa marcou sete pontos na final contra os Estados Unidos. Foto: Marcelo Pereira/Terra
Thaísa marcou sete pontos na final contra os Estados Unidos
Foto: Marcelo Pereira/Terra

CELSO PAIVA

LEANDRO MIRANDA
Direto de Londres
Thaísa Menezes, 25 anos, já tem dois títulos olímpicos no currículo. Nos Jogos de Pequim, em 2008, era reserva, diferente da jogadora decisiva que foi nos Jogos Olímpicos de Londres. Após a vitória por 3 sets a 1 sobre os Estados Unidos, neste sábado, no Ginásio Earls Court, a meio de rede era uma das mais emocionadas.
"O choro foi pela medalha de ouro, pois é um título muito importante para o nosso País", exaltou a jogadora, após deixar o pódio com a conquista no peito.
Mas o drama vivido na primeira fase da competição gerou críticas às jogadoras. A Seleção Brasileira foi irregular e não conseguiu encontrar seu melhor jogo, somando duas derrotas (para os Estados Unidos e Coreia do Sul), e duas vitórias por 3 sets a 2 (contra Turquia e China). Além de ser beneficiada com a vitória dos Estados Unidos sobre a Turquia para avançar na competição.
Contra a Rússia nas quartas de final, Thaísa teve papel determinante na vitória dramática por 3 sets a 2. Daquele dia em diante, a jogadora saiu de quadra ouvindo gritos de "o campeão voltou". Na semifinal, jogo fácil contra as japonesas, mas foi contra os Estados Unidos que a Seleção feminina mostrou que estava de volta ao topo.
"Chorei também por causa das críticas e pelas dúvidas que as pessoas depositaram na gente. Sei que muitos acreditaram em nós e eu agradeço a essas pessoas que ficaram com a gente. Para quem não acreditou, está aqui a resposta", comentou a meio de rede, vice-campeã mundial em 2010.

Terra Noticias

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Ciclista americano que confessou doping perde ouro de Atenas 2004


Vencedor da prova do contrarrelógio no ciclismo de estrada na Olimpíada de Atenas 2004, Tyler Hamilton perderá a medalha de ouro. Nesta sexta-feira, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que o atleta americano foi desqualificado de todos os eventos que disputou naquele evento realizado na Grécia por uso de doping sanguíneo.
Hamilton, 41 anos, perde assim os dois resultados acumulados em Atenas: o primeiro lugar no contrarrelógio e o 18º lugar na prova de estrada. O americano foi desqualificado depois de ter admitido que usou substâncias proibidas para melhorar seu desempenho; ele fez essa confissão em uma carta enviada ao COI em 28 de junho de 2012.
O COI informou ainda que foi solicitado à Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA) a devolução da medalha e do diploma ganhos por Hamilton na Grécia.
A entidade que rege o movimento olímpico ainda anunciou que realocará o posicionamento dos atletas na prova. No contrarrelógio, a medalha de ouro ficará com o russo Viatcheslav Ekimov, seguido pelo americano Bobby Julich e pelo australiano Michael Rogers.

Terra Noticias

Bolt explica foto com suecas e se diz à espera de um amor

Usain Bolt tirou foto com três suecas após ganhar os 100 m rasos. Foto: Twitter/Reprodução
Usain Bolt tirou foto com três suecas após ganhar os 100 m rasos
Foto: Twitter/Reprodução

LEANDRO MIRANDA

Direto de Londres
Solteiro e descompromissado após se tornar bicampeão olímpico dos 100 m e 200 m rasos, Usain Bolt teve que responder a várias perguntas sobre sua vida pessoal na última quinta-feira. O jamaicano precisou até explicar como aconteceu a foto com três atletas suecas do handebol que ele publicou em seu Twitter, na madrugada da última segunda-feira, e negou qualquer envolvimento com as garotas além de uma simples relação de ídolo para fã.
"Ha, ha, ha", riu ironicamente o velocista quando questionado se iria comemorar com as suecas novamente. "Deixe-me explicar isso. Cheguei à Vila (Olímpica) e estava tudo vazio. Então as meninas me viram e disseram: 'posso pegar um pin?' Eu disse que não tinha pin, então tiramos algumas fotos e pusemos no Twitter. Hoje tudo que farei é descansar. Depois, vou festejar como se fosse meu aniversário", riu.
A frase mais repetida por Bolt após o triunfo nos 200 m rasos foi: "agora eu sou uma lenda". A postura do atleta gerou outro questionamento, em tom de brincadeira: que tipo de mulher estaria à sua altura? Uma atriz, rainha, cantora ou a mulher mais rápida do mundo? Mostrando-se desconcertado pela primeira vez na noite, o jamaicano até gaguejou para responder.
"Não sei... essa é uma pergunta difícil de responder. Não sei. Eu costumava ter um tipo, mas não tenho um tipo mais. Para mim o que conta é se apaixonar", disse, para risos gerais dos jornalistas e de seus compatriotas Yohan Blake e Warren Weir, medalhistas de prata e bronze, respectivamente. "É, eu disse isso. Então estou esperando aparecer alguém", confessou Bolt.
Seria esse alguém a voluntária dos Jogos Olímpicos com quem o jamaicano trocou palavras e sorrisos pouco antes de vencer facilmente os 200 m? Segundo o velocista, ele apenas estava tranquilizando a garota. "Ela estava meio nervosa, então perguntei: 'está nervosa?'. Ela disse que sim, perguntei por quê, e ela disse: 'é tão emocionante!'", divertiu-se Bolt, imitando a voz fina da garota. "Mas foi bem divertido, gosto de falar com elas, sorrir para todos, mostrar gratidão, porque não estou deslumbrado".

Barrado, australiano mostra bronze para conseguir entrar em arena


Medalhista de bronze no skiff quádruplo nos Jogos olímpicos de Londres, o australiano Chris Morgan utilizou a medalha conquistada para dar uma "carteirada" e entrar em uma arena olímpica, depois que os seguranças não o reconheceram nas fotos e o impediram de entrar em uma arena olímpica.
De acordo com o site da Sky Sports, Morgan foi barrado ao tentar entrar na arena ExCel por ter deixado a barba crescer e estar diferente da foto da credencial. Após o final do mal-entendido, o atleta teria deixado os seguranças tirarem fotos com sua medalha.
À publicação ele afirmou que estava com a medalha no bolso porque não quer deixá-la fora de vista. Ele ainda afirmou que fica feliz em ver a alegria no rosto das pessoas quando veem a medalha e que se sente bem por ser uma inspiração para gerações futuras.
A equipe australiana de skiff quádruplo é formada por Chris Morgan, Daniel Noonan, Mcrae James e Forsterling Karsten e ficou com o bronze em Londres. A campeã foi a equipe alemã e em segundo lugar ficou o time da Croácia.

Terra Noticias

Mano diz que derrota em amistoso servirá de parâmetro para decisão


FÁBIO DE MELLO CASTANHO
Direto de Londres
O último encontro entre Brasil e México não traz boas lembranças ao time brasileiro. No último dia 3 de junho, nos Estados Unidos, os mexicanos venceram por 2 a 0. Apesar da equipe rival ter mudado bastante daquele time para o que atua hoje na Olimpíada, Mano Menezes disse que aquela partida pode servir de parâmetro para a final dos Jogos Olímpicos de Londres.
"O México tem uma ideia tática parecida com a que foi utilizada daquela vez, fazendo muitas coisas hoje do que fazia com aquela equipe. Portanto, aquele amistoso foi de grande valia para nós e estamos estudando esse jogo para a final," disse o treinador.
O goleiro Corona e o zagueiro/lateral Salcido são algumas da exceções que atuaram naquele amistoso e seguem na equipe olímpica do México. O meia-atacante Giovani dos Santos, que é uma das referências da equipe nos Jogos e também disputou o amistoso, está machucado e será desfalque na decisão.
Em compensação, o time brasileiro é muito parecido com o que entrará em campo para buscar a conquista inédita do ouro olímpico. Apenas o goleiro Rafael, que foi cortado por lesão, foi titular no amistoso e atualmente não faz parte do elenco.
Brasil e México se enfrentam neste sábado, às 11h (de Brasília) para decidir o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de Londres.

Terra Noticias

Seleção vê EUA favoritos, mas alerta: "não credencia a nada"

Brasil teve grande atuação na vitória por 3 sets a 0 contra o Japão. Foto: Reuters
Brasil teve grande atuação na vitória por 3 sets a 0 contra o Japão
Foto: Reuters

CELSO PAIVA

Direto de Londres
Mesmo com a bagagem de ser a atual campeã olímpica e de ter feito uma das mais memoráveis campanhas de recuperação do vôlei em uma edição dos Jogos Olímpicos, a Seleção feminina acredita que o favoritismo na decisão do próximo sábado, diante dos Estados Unidos, é do adversário. Com uma trajetória irretocável ao longo da competição ¿ perdendo apenas dois sets na primeira fase ¿ as americanas tentam a revanche de 2008, quando acabaram ficando com a medalha de prata e viram as brasileiras comemorarem.
Apesar de jogar a responsabilidade para o outro lado, a equipe verde e amarela crê que as americanas ainda tem que dar um passo essencial para tirar o segundo ouro do Brasil: fazer valer o favoritismo que tem fora da quadra. "Acho que elas chegam muito fortes, sabemos que hoje talvez elas sejam as favoritas ao título. Não tem porque fugir disso. A gente não fugiu disso em 2008, quando chegamos a Pequim com o favoritismo. Mas isso não credencia nada, a única coisa que elas tem é o favoritismo", disse Fabi.
A meio de rede Fabiana também reconheceu a dificuldade de enfrentar um time que ainda não perdeu na competição, mas deu a receita para superar os poucos erros dos Estados Unidos. "Agora é focar, concentrar, é uma partida difícil. O que vai contar nessa partida agora é coração. A gente sabe que é uma final olímpica. Graças a Deus, o time está mais confiante acho que o grupo está jogando mais solto, mais tranquilo. Então agora é coração dentro de quadra, estudar e focar para gente fazer uma grande partida".
Diferente das companheiras, a oposto Sheilla crê que o favoritismo americano acabou antes da decisão. "Final é final, vai ser um jogaço. A gente vai entrar pra vencer, pra deixar esse ouro no Brasil, que já é nosso. Estados Unidos chegou forte na final, não perdeu nenhum jogo, mas agora é tudo diferente".
A jogadora afirmou que a postura do Brasil será totalmente diferente do que foi apresentado na primeira fase, quando o time acabou derrotado pelas americanas por 3 sets a 1. "Com certeza, acho que o jogo que a gente fez na primeira fase com elas não conta. Até o jogo que a gente fez com a Coreia, a gente estava se encontrando dentro de quadra, meio ainda que o jogo não saía. Agora é outro Brasil e a gente vai buscar este ouro".

Terra Noticias

Americanos espionam vitória do Brasil, e Seleção diz: "nos respeitam"

Americanos acompanharam a vitória do Brasil contra o Japão. Foto: Reuters
Americanos acompanharam a vitória do Brasil contra o Japão
Foto: Reuters

CELSO PAIVA

Direto de Londres
Durante a vitória da Seleção feminina de vôlei sobre as japonesas, uma imagem chamou a atenção: atrás de um dos lados da quadra, três cidadãos com a camisa azul marinho acompanhavam todos os lances de perto, anotando informações no laptop e conversando a cada jogada. Eram membros da comissão técnica de Hugh McCutcheon, comandante da seleção dos Estados Unidos, rivais do Brasil na decisão olímpica no próximo sábado.
Os americanos entendem que o duelo final não deve ser do mesmo jeito como foi a vitória da equipe sobre as brasileiras na primeira fase, por 3 sets a 1. Na ocasião, o time dirigido por José Roberto Guimarães patinava dentro dos Jogos Olímpicos, postura que mudou principalmente a partir das quartas de final, com a vitória de virada sobre a Rússia, por 3 sets a 2.
"Eles sempre respeitaram muito, nunca entraram devagar, mesmo quando a gente não estava tão bem. Nós somos um time de respeito, somos fortes, estamos crescendo e com certeza eles vão querer montar uma estratégia diferente", afirmou a meio-de-rede Thaisa. A jogadora crê que o Brasil sabe a receita para mudar o resultado do primeiro duelo entre as duas equipes na competição.
"Acho que primeiro temos que fazer um jogo melhor do que a gente fez, porque a gente não jogou bem, não sacou bem", disse. "A gente sabe que todo mundo que assistiu viu que a gente não estava jogando bem, que a gente não jogou, por exemplo, o que estava jogando hoje (quinta-feira) e anteontem (terça-feira)", emendou ela, citando as respectivas datas das vitórias sobre Japão e Rússia.
"A gente sabe que tem muito mais para dar, a gente vai jogar muito de igual para igual se todo mundo fizer um pouco da sua parte. Sacando bem, jogando seu máximo, vai ser um jogo duríssimo. Tem tudo para bater sim os Estados Unidos, precisa todo mundo jogar bem. Se todo mundo der o seu máximo, sem desistir de bola nenhuma, a gente tem tudo para ganhar", prosseguiu Thaisa.
A líbero Fabi também confia em que as americanas devem estar mais preocupadas do que no confronto da fase inicial. "Acho que também elas devem estar temerosas da maneira que o Brasil reagiu no campeonato. Nós estamos muito felizes, mas ainda não estamos satisfeitas. A gente ainda espera fazer uma partida melhor de todas nessa decisão. É um confronto no qual a gente espera estar mais bem preparada. Depois de tudo que a gente passou nesses últimos jogos, temos que colocar em prática isso aí: o coração, a decisão. Em uma final olímpica, tudo pode acontecer. Já vimos grandes ficando pelo caminho. Chegam mais uma vez Brasil e Estados Unidos. A gente espera que seja uma grande partida e que vença quem for melhor capacitado daqui a dois dias", disse.
Uma das mais experientes do grupo, Fabi afirmou que o time brasileiro não pode entrar em quadra pensando que o currículo da equipe ganhará o jogo sozinho. "É uma camisa (a do Brasil) que tem história, certamente uma história muito bonita de muito mais vitórias e título. É o atual campeão olímpico e as pessoas respeitam. Não tenho dúvidas disso. Mas se você não fizer valer ali dentro a história desta camisa, a gente acaba deixando que qualquer um acredite que possa nos vencer. Foi o que aconteceu na primeira fase, a gente acabou perdendo contra a Coreia, fazendo um jogo difícil contra a Turquia, perdendo contra os Estados Unidos, ficando em uma situação complicada na competição. A gente sabe que uma camisa não ganha jogo, mas ajuda", concluiu.

Terra Noticias

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Federação se diz "envergonhada" por fotos de ciclista que abusou da bebida

Foto de Gijs Van Hoeck sendo carregado por colega causou polêmica na Bélgica. Foto: Daily Mirror/Reprodução
Foto de Gijs Van Hoeck sendo carregado por colega causou polêmica na Bélgica
Foto: Daily Mirror/Reprodução

A Federação Belga de Ciclismo (BCF) não aprovou o comportamento de Gijs van Hoecke, flagrado saindo de uma casa noturna em fotos nas quais, aparentemente embriagado, ele é amparado por colegas para entrar em um táxi. Em entrevista ao site da rede americana TMZ, um representante da entidade se definiu "envergonhado" com as imagens publicadas do atleta.

De acordo com o jornal britânico Daily Mirror, as fotos foram feitas enquanto Van Hoecke deixava a casa noturna Mahiki, em Londres. Na saída do local, o ciclista foi flagrado sendo carregado por colegas da equipe belga que o acompanharam na noite britânica. Apagado, o ciclista tinha as roupas e cabelo molhados e mal percebeu as câmeras que o fotografaram.
Em contato com a rede TMZ, que também publicou imagens de Van Hoecke nessa situação embaraçosa, o representante da BCF informou que a entidade "reprova essa conduta (do esportista) após as competições". Segundo o veículo, a federação obrigou que o atleta deixasse imediatamente Londres depois da publicação das imagens.
Van Hoecke aproveitou a noite britânica após participar da Olimpíada de Londres. O jovem, 20 anos, competiu no Omnium individual e, com 77 pontos, ficou na 15ª colocação da prova, encerrada no último domingo. O ouro foi para o dinamarquês Lasse Norman Hansen, que somou 27 pontos, enquanto a prata ficou com o francês Bryan Coquard, com 29 pontos.
Ainda de acordo com a TMZ, Van Hoecke se mostrou arrependido ao ver as imagens divulgadas na imprensa internacional, assumindo ter cometido um "grande erro".

Terra Noticias

Torcida comemora vaga de Diogo Silva na semi e leva atleta aos TTs

Diogo Silva foi o primeiro medalhista de ouro do Brasil nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Foto: Bruno Santos/Terra
Diogo Silva foi o primeiro medalhista de ouro do Brasil nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007
Foto: Bruno Santos/Terra

O brasileiro Diogo Silva derrotou o jordaniano Mohammad Abulibdeh por 7 a 5 no taekwondo, avançou à semifinal dos Jogos Olímpicos de Londres e ganhou a torcida dos internautas, que levaram o nome do atleta ao ranking dos assuntos mais comentados do Twitter
"A categoria do Diogo Silva (até 68Kg) é a mais competitiva de todas. Ser um top 5 mundial não é para qualquer um! Parabéns @diogotaekwondo", disse @rafatkd ao atleta, que em 2004 já foi quarto colocado nos Jogos de Atenas 2004 e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio em 2007
"Na maior torcida para que Diogo Silva consiga uma medalha hoje. Será a premiação de um cara que tinha tudo para desistir do taekwondo e persistiu", elogiou @fjosebatista.
Acompanhe em tempo real a torcida para Diogo Silva:

Chefe da ONU para refugiados palestinos visitará o Brasil


O responsável da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês), Filippo Grandi, visitará o Brasil, seu maior doador na América Latina, na próxima semana, informou o organismo nesta quinta-feira.
Grandi chegará segunda-feira e se reunirá em Brasília com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, detalhou a UNRWA em comunicado. Também visitará Porto Alegre, onde se reunirá com membros da diáspora palestina da cidade, e ao Rio de Janeiro e São Paulo, onde manterá encontros com representantes dos setores público e privado.
Trata-se da primeira visita oficial de um responsável da UNRWA ao país, que aumentou sua ajuda anual à agência de US$ 1 milhão até 2011 para os atuais US$ 7,5 milhões. O Brasil é também o maior doador à UNRWA do bloco dos principais países emergentes, os Brics, que inclui também Rússia, Índia, China e África do Sul. "Espero a oportunidade de agradecer ao governo e ao povo brasileiro, que foram tão generosos em sua assistência à UNRWA e aos cerca de cinco milhões de refugiados palestinos que ajudamos no Oriente Médio", declarou.
A UNRWA sofre nos últimos anos uma difícil situação econômica, causada principalmente pelo descumprimento de promessas de ajuda e do cansaço dos doadores perante um problema aparentemente sem solução. A agência foi criada em 1949 para auxiliar os 750 mil palestinos que fugiram ou foram expulsos de suas terras pelas milícias judias ou posteriormente pelo Exército israelense entre 1947 e 1949.
Hoje, Jordânia, Síria e Líbano recebem o grosso dos refugiados e seus descendentes (cerca 2,8 milhões), enquanto Gaza e Cisjordânia são lar de outros 1,8 milhões, segundo seus dados. A agência administra cerca de 700 escolas com 20 mil professores que ensinam meio milhão de crianças palestinas. Também conta com 150 centros médicos, nos quais atende cerca de 250 mil refugiados pobres e em situação de vulnerabilidade, e um programa de microcrédito.

Terra Noticias

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Chinês se revolta com ouro de Zanetti: juízes não respeitaram ginástica

Ginasta chinês Chen Yibing beija aparelho após sua apresentação nos Jogos Olímpipcos. Foto: Reuters
Ginasta chinês Chen Yibing beija aparelho após sua apresentação nos Jogos Olímpipcos
Foto: Reuters

A medalha de ouro para o brasileiro Arthur Zanetti nas argolas da ginástica artística nos Jogos Olímpicos de Londres, há dois dias, revoltou o técnico do chinês Chen Yibing, que acabou com a prata por 0,1 ponto. Segundo o jornalChina Daily, Huang Yubin afirmou que a última segunda-feira foi um dia "sombrio" na história da modalidade.

De acordo com o jornal, a controvérsia foi causada por conta da rotina sem falhas do chinês precedida por uma aterrissagem um pouco desequilibrada do brasileiro. Ambos os ginastas programaram apresentações com dificuldade 6.8 e, no final, Zanetti ficou com 15,900 contra 15,900 de Yibing.
Yubin afirmou ao periódico chinês que a maioria das pessoas no mundo respeitou e torceu pelos os atletas chineses "com todo o coração", mas os juízes não. Para o treinador, os árbitros decidiram deixar o brasileiro subir ao topo do pódio, ferindo todos os fãs da ginástica, apesar das falhas na rotina de Zanetti.
O técnico disse ainda que os árbitros são os juízes no campo esportivo, devendo ser estritamente imparciais, mas fizeram julgamentos inconcebíveis na final das argolas na ginástica artística de Londres.

Terra Noticias

Vissotto confirma lesão no adutor e já cogita hipótese de desfalque


Por conta da lesão muscular, Vissotto pode desfalcar o Brasil na semifinal . Foto: Marcelo Pereira/Terra
Por conta da lesão muscular, Vissotto pode desfalcar o Brasil na semifinal
Foto: Marcelo Pereira/Terra
CELSO PAIVA
Direto de Londres
"Nota negativa" da tranquila vitória da Seleção Brasileira masculina de vôlei sobre a Argentina, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Londres, como classificou o técnico Bernardinho, a lesão do oposto Leandro Vissotto preocupa a comissão técnica para a continuidade da competição. Nesta quarta-feira, depois do resultado positivo por 3 a 0, o jogador admitiu que a forte dor que o tirou do confronto ainda no primeiro set pode prejudicar o futuro na competição.
"Senti uma dor muito forte quando fui atacar no adutor da coxa (direita), agora vamos fazer o exame para esclarecer o grau da lesão. Não sei, mas com certeza, se tiver a mínima possibilidade de estar em quadra, vou jogar", garantiu o jogador, que deixou a quadra abatido com a possibilidade de perder a fase semifinal (e, consequentemente, uma decisão por medalha) por conta do ocorrido.
"Bateu uma decepção enorme, são quatro anos que estou aqui esperando por este momento, não quero pensar o pior, mas vou esperar os exames para ver se terei condições", disse o oposto, que já enfrentou graves problemas físicos nesta temporada.
Em abril de 2012, o oposto sofreu o maior susto da carreira. Durante uma partida pelo Cuneo (Itália), o jogador passou mal e recebeu um duro diagnóstico: uma arritmia cardíaca. No Brasil semanas depois, passou por um cateterismo e precisou permanecer um pequeno período fora das quadras, que, no final das contas, não prejudicou sua convocação para os Jogos.
Após o problema com Leandro Vissotto, o Brasil ainda sofreu mais um susto no compromisso diante dos argentinos. O ponta Dante se chocou com um adversário e precisou receber atendimento médico. "Na hora que fui atacar, um argentino invadiu a quadra e tocamos joelho com joelho. Foi bem no ponto que estou sentindo mais dor, mas deu para segurar", comemorou o jogador, que, contudo, se mostrou mais confiante que o companheiro.
"Agora no jogo o Bruno deu uma segurada e não levantou tanto para mim. O importante é ver como vou me sentir quando a adrenalina baixar, mas posso de garantir que é uma pequena dor, nada muito grave", ratificou o ponteiro da Seleção Brasileira.

Terra Noticias

Brasileira que sofreu acidente no Pan fica em último no BMX


A brasileira Squel Stein, única na modalidade participando dos Jogos Olímpicos de Londres, cravou apenas o último tempo em sua estreia no ciclismo BMX, na manhã desta quarta-feira, na BMX Track, na capital britânica. No Pan de Guadalajara, no ano passado, a atleta havia sofrido um grave acidente durante sua série, mas se recuperou porém, não conseguiu uma boa sequência nesta manhã.
Das 16 atletas que participaram da etapa classificatória, Stein fez o 15º tempo, com 42s995, já que a americana Brooke Crain caiu durante sua volta e não conseguiu completar a sessão.
A primeira posição foi pela atleta da Austrália. Caroline Buchanan cravou 38s434, seguida pela neozelandesa Sarah Walker, com 38s644. A terceira posição foi da colombiana Mariana Pajon, com 38s787.
As atletas voltam à BMX Track nesta sexta-feira, às 11h (de Brasília) para semifinal da competição olímpica.

Terra Noticias

Brasil encerra freguesia olímpica com Argentina e vai à semifinal

Seleção Brasileira confirmou a terceira classificação seguida à semifinal em Jogos Olímpicos. Foto: Marcelo Pereira/Terra
Seleção Brasileira confirmou a terceira classificação seguida à semifinal em Jogos Olímpicos
Foto: Marcelo Pereira/Terra

CELSO PAIVA

Direto de Londres
Incontestável nas últimas décadas em questões de títulos e campanhas, a Seleção Brasileira masculina de vôlei encerrou nesta quarta-feira um dos tabus mais incômodos da história da modalidade. Em confronto válido pelas quartas de final da Olimpíada de Londres, a equipe nacional venceu a Argentina por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/17 e 25/20, e quebrou uma sequência de três derrotas consecutivas para a arquirrival em edições olímpicas.
O triunfo na capital do Reino Unido é o primeiro do Brasil sobre o adversário em fases decisivas de competição. Além dos dois duelos em Atlanta (vitória argentina na primeira fase e brasileira no playoff para definir o quinto lugar), os dois vizinhos se encontraram duas vezes, e em ambas o país rival saiu com a vitória: quartas de final em Sydney 2000, quando surpreendeu, e na disputa do bronze em Seul 1988.
Garantido na disputa direta pela medalha, o Brasil aguarda o vencedor do confronto entre Estados Unidos, que decretou a única derrota do time de Bernardinho na primeira fase, e Itália, justamente a seleção superada pelos brasileiros na decisão olímpica de Atenas, em 2004. Os dois times se enfrentam ainda nesta quarta-feira.

Terra Noticias

Brasileiras diminuem diferença para 3ª colocada e têm chances de bronze

Brasileiras precisam colocar cinco barcos entre elas as holandesas na regata final. Foto: EFE
Brasileiras precisam colocar cinco barcos entre elas as holandesas na regata final
Foto: EFE

As velejadoras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da classe 470, melhoraram o desempenho nesta quarta-feira e irão para a medal race com chances de conquistar a medalha de bronze. A brasileiras, que terminaram a nona regata na quinta colocação e regata seguinte em quarto, estão no quinto lugar na classificação geral.

Fernanda e Ana somam 61 pontos perdidos, contra 52 da dupla holandesa formada por Lisa Westerhof e Lobke Berkhout. Na quarta colocação, estão as francesas Camile Lecointre e Mathilde Geron. Para ficar com o bronze, as brasileiras precisam terminar a medal race cinco posições a frente das holandesas e uma a frente da dupla da França.
A briga pelo ouro está restringida as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, a dupla da Nova Zelândia, formada por Elise Rechichi e Belinda Stowell. Ambas as equipes somam 33 pontos perdidos e a confirmação de quem ficará com o título acontecerá na regata final.
A medal race acontece nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília).

Terra Noticias

Ex-mulher de Cachoeira e contador devem ficar calados na CPI


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados se reúne hoje para ouvir Andrea Aprígio, ex-mulher do contraventor, e Rubmaier Ferreira de Carvalho, contador de empresas de fachada que teriam sido usadas pela organização criminosa. Ambos obtiveram no Supremo Tribunal federal (STF) habeas-corpus para garantir o direito de permanecer em silêncio. As informações são da Agência Câmara.
A Constituição garante aos acusados o direito de não produzirem provas contra si próprios. A tática do silêncio vem sendo utilizada por todas as testemunhas ligadas ao contraventor. Foi o que ocorreu ontem com a atual companheira de Cachoeira, Andressa Mendonça, e o agente aposentado da Polícia Federal Joaquim Gomes Thomé Neto.
"Quando as pessoas vão à CPI e não falam nada, é porque elas devem. Meu relatório, claro, vai compreender que o fato de alguém não se defender das acusações se deve ao medo de se incriminar. E isso ocorre exatamente por causa do vínculo com a organização criminosa do senhor Carlos Cachoeira", disse o relator, deputado Odair Cunha (PT-MG). O grupo de Cachoeira, de acordo com o parlamentar, está atuando de maneira organizada nas defesas na CPI e na Justiça Federal.
Depoentes
Rubmaier Ferreira de Carvalho é considerado pela Polícia Federal o administrador de empresas de fachada que servem para "esquentar" as irregularidades do fluxo financeiro das operações de Cachoeira. Segundo a PF, Rubmaier tem participações na Brava Construções e na Alberto & Pantoja, as duas maiores empresas de fachada da rede criada pelo contraventor.
As investigações indicam que, entre 2010 e 2011, cerca de R$ 40 milhões passaram pelas contas bancárias das duas empresas. As suspeitas decorrem do fato de que as duas empresas, apesar do volume de dinheiro que movimentaram, só existem nos registros burocráticos, uma vez que não produzem, não têm funcionários nem funcionam no endereço declarado às autoridades. Na Operação Monte Carlo, da PF, Rubmaier é citado como contador da Brava Construções.
Andréa Aprígio e Souza foi casada com o contraventor por quase 20 anos. Após a separação, ela se tornou dona do laboratório Vitapan, empresa supostamente integrante do esquema. A Vitapan tem sede em Goiânia e passou a ser dirigida por Andréa após a saída dos dois antigos diretores, que são irmãos dela.
Um dos irmãos, Aprígio de Souza, foi preso na Operação Monte Carlo sob suspeita de ser o tesoureiro de parte das finanças ilegais de Cachoeira. Também há suspeita de favorecimento do laboratório com lobby do senador cassado Demóstenes Torres (sem partido-GO) na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Carlinhos Cachoeira 
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.
Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.
Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.
Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.

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Em batalha de duas prorrogações, Hungria bate Islândia nas quartas


O início da fase quartas de final do handebol masculino dos Jogos Olímpicos foi marcado por um momento histórico. O encontro entre Hungria e Islândia apresentou dois times sedentos pela classificação. Os húngaros comemoram a vaga na semifinal apenas após a segunda prorrogação, com o placar de 34 a 33.
Em uma partida tão equilibrada, o talento individual sempre faz a diferença. Artilheiro do confronto com nove gols, Laszlo Nagy chamou a responsabilidade e marcou cinco vezes nas prorrogações.
A propósito, a Hungria iniciou a partida eliminatória com o controle e terminou a primeira etapa com quatro gols de vantagem. No entanto, seu ataque passou a falhar no segundo tempo, situação que permitiu a reação da Islândia.
Nos tempos extras, o nervosismo e o cansaço viraram os grandes obstáculos das equipes. Na primeira prorrogação, igualdade por 3 a 3. Na etapa seguinte de desempate, a Hungria abriu dois gols com cinco minutos de disputa e conseguiu administrar a vantagem até o fim.
Agora, a Hungria fica na expectativa pelo próximo adversário, que sairá do confronto entre Suécia e Dinamarca, a partir das 14 horas (de Brasília). Os outros encontros das quartas reúnem Espanha x França e Croácia x Tunísia.

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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Neymar exalta Damião e pede 2 gols na final: "ainda bem que é nosso"

Neymar fez elogios ao artilheiro Leandro Damião após vitória contra Coreia. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Neymar fez elogios ao artilheiro Leandro Damião após vitória contra Coreia
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

FÁBIO DE MELLO CASTANHO

Direto do Manchester
Dividindo os holofotes com Leandro Damião como jogador mais importante da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres, o atacante Neymar exaltou o companheiro pela boa fase. Com os dois marcados na vitória brasileira por 2 a 0 sobre a Coreia do Sul desta terça-feira, o camisa nove isolou-se como artilheiro do torneio com seis gols marcados.
"Ele está com sorte. Ainda bem que é do nossos time. Espero que ele possa fazer mais dois na final", afirmou Neymar, que ainda demonstrou desejo de ver o companheiro igualando-se a Bebeto e Romário como brasileiros artilheiros de uma edição de Olimpíada. "Espero que ele possa ser artilheiro".
Além de ter marcado dois até o momento, Neymar tem se especializado nesta Olimpíada em dar assistências e participar de jogadas decisivas. O jogador recebeu elogios de Mano Menezes pela forma voluntariosa que tem atuado.
"Encontrar equilíbrio é o que torna ele melhor. Ele é um dos maiores goleadores e mostrou ter capacidade de servir, gosta de jogar, de tocar bola e não foge do jogo. Vejo muitas virtudes e acho que ele vai se desenvolver ainda mais", explicou o técnico.
Juntos, Neymar e Leandro Damião fizeram nove dos 15 gols do Brasil na competição. Os dois têm papel fundamental na consolidação do País como melhor ataque da Olimpíada.

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