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quinta-feira, 20 de março de 2014

Fim do Windows XP faz bancos correrem para atualizar caixas

Por Guilherme Paixao

Os Bancos privados do pais estão correndo contra o tempo para atualizar seus caixas eletrônicos até o fim do mês, os dispositivos usam Windows XP, sistema operacional que a Microsoft deixará de atualizar a partir do dia 8 de abril. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, são 100 mil equipamentos que precisam ser atualizados apenas entre as grandes instituições. Para fazer a atualização no caixa é necessária uma equipe no local, afirmou ao jornal Marcos Birocchi, especialista em software. 
O Santander possui 18 mil e pediu a Microsoft para prorrogar o suporte, até que todos os caixas sejam atualizados. O banco Bradesco possui 34 mil caixas e está atualizado seu sistema para o Windows 7; e o Itaú Unibanco, com 40 mil caixas, afirmou que está trabalhando na migração do sistema. O custo da operação por licença, ou seja, por caixa é R$ 200. Apenas o Bradesco gastará R$ 6,8 milhões na atualização. O Banco do Brasil e a Caixa, que estão entre os cinco maiores banco do País, usam o sistema operacional Linux – um sistema aberto e gratuito.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Caixa descarta necessidade de capitalização até 2013

O vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte, afirmou nesta quarta-feira que o banco tem capacidade para atingir suas metas de crescimento no crédito até o primeiro trimestre de 2013 sem necessidade de capitalização por parte do governo.
A partir desse ponto, o banco irá conversar com o controlador. "A Caixa não tem orientação de deixar de crescer por conta dessa regra", disse o vice-presidente, em referência ao índice de Basileia. O vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fabio Lenza, afirmou que a instituição não aumentou as provisões contra perdas por conta da expectativa de aumento do crédito neste ano.
"A inadimplência está em queda e não estamos projetando nenhum aumento. Com a redução das taxa de juros, acaba ficando até mais fácil pagar a prestação", afirmou. Ele disse que a taxa média de atrasos (90 dias) no mercado é de 7,4% e que na Caixa está em 4,99% da carteira comercial há algum tempo.
Lenza afirmou ainda que o banco tem observado que muitos clientes estão utilizando a portabilidade para transferir salários para a Caixa, em razão dos juros mais vantajosos. O vice-presidente de Atendimento, Distribuição e Negócios do banco, José Henrique Marques da Cruz, afirmou que a decisão de reduzir os juros é "uma estratégia empresarial" e que foram considerados fatores como a taxa básica de juros em queda e a inadimplência estável na Caixa.

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