Candidato do PRB em São Paulo diz que que manter "alto nível" na campanha
Foto: Thiago Tufano/Terra
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"Se eu for alvo (de ataques), não vou responder, não vou baixar o nível da campanha. Desde o começo disse que não vou me submeter a ataques pessoais", afirmou nesta terça-feira o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno. Quando questionado se isso faria valer o ditado de que "quem cala, consente", rebateu: "não é uma questão de calar e consentir. Muitas vezes as denúncias são falsas mentirosas, impróprias e não vou baixar o nível. Quem quiser fazer isso vai procurar outro candidato".
Líder nas pesquisas, o pleiteante do PRB tem se mostrado bastante tranquilo em relação aos ataques feitos pelos seus adversários. Russomano adota, desde o início de sua campanha, um ar "sereno", evitando rebater e contra-atacar seus rivais na busca pela vitória nas eleições municipais de 7 de outubro. No segundo debate entre os candidatos à Prefeitura da capital paulista, realizado na última segunda-feira e promovido por Folha de S. Paulo e RedeTV!, o jornalista novamente se esquivou dos ataques e insistiu em dizer que pretende "debater os problemas de São Paulo" em vez de mirar nos adversários.
No dia seguinte do debate, Russomanno voltou a comentar o assunto. Em visita ao Mercado Municipal do Ipiranga, zona sul de São Paulo, o candidato do PRB afirmou que tentará manter o embate no "alto nível".
Haddad e o Bilhete Único Mensal
Adversário de Russomanno, Fernando Haddad (PT) tem a proposta do chamado Bilhete Único Mensal, em que o usuário pagaria uma quantia por mês e usaria a passagem quantas vezes quisesse. O apresentador filiado ao PRB já havia afirmado que essa é uma proposta bastante interessante, mas que dificilmente será implantada em São Paulo.
Adversário de Russomanno, Fernando Haddad (PT) tem a proposta do chamado Bilhete Único Mensal, em que o usuário pagaria uma quantia por mês e usaria a passagem quantas vezes quisesse. O apresentador filiado ao PRB já havia afirmado que essa é uma proposta bastante interessante, mas que dificilmente será implantada em São Paulo.
Durante o debate de segunda-feira, o assunto veio à tona e Haddad chegou a dizer que Russomanno não sabia do que se tratava. "Pedi para que ele me apresentasse um estudo de viabilidade. Se houver estudo e for possível serei o primeiro a fazer. Alguém tem que pagar a conta. É o cidadão através do poder público? Ou é o cidadão diretamente que vai pagar? Adorei a ideia, mas tem que ter viabilidade. Não podemos fazer propaganda enganosa", explicou Russomanno.
Terra Noticias
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